Modernizar as relações de trabalho, preservar direitos e atualizar o Brasil em relação às principais economias do mundo. A reforma trabalhista, aprovada no Senado no último dia 11 de julho e sancionada pelo presidente Michel Temer dois dias depois, foi defendida pelo presidente do Sistema Findes, Marcos Guerra, como “um importante avanço para a geração de empregos no país”.

Segundo Guerra, as mais de 100 mudanças promovidas na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) trarão mais segurança jurídica para empregados e empregadores. “Em primeiro lugar, é preciso reforçar que nenhum direito dos trabalhadores foi revogado, ao contrário, a reforma passa a regulamentar novas modalidades, como o home office e o trabalho intermitente. Isso estimula a contratação e abre novas oportunidades”, defendeu.

Na visão da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o projeto tem como grande mérito valorizar e trazer segurança para a negociação coletiva, prestigiando o diálogo entre empresas e trabalhadores. O presidente do Sistema Findes elogiou a atuação dos parlamentares capixabas na condução do debate. “Nossa bancada mostrou estar sensível à realidade de quem gera empregos no país. Era preciso dar flexibilidade a uma lei ultrapassada”, pontuou.

 

Por Rafael Porto

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