O estande capixaba contou com a presença de mais 14 empresas do ES

 

A décima edição da Brasil Offshore, feira internacional do mercado de petróleo e gás realizada no município de Macaé, região Norte Fluminense do Rio de Janeiro, acontece com grandes expectativas para o mercado de petróleo e gás onde os players veem como estratégico a retomada dos negócios.

Representantes da Findes e do Fórum Capixaba de Petróleo e Gás participam do encontro, que é hoje, uma das principais vitrines do segmento no mundo, com um estande de 90 m2 e presença de mais 14 empresas capixabas confirmadas.

O espaço é compartilhado com empreendimentos reconhecidos e competitivos na cadeia de óleo e gás e já recebeu a visita de empresas como: Halliburton, BHGE, Schlumberger, Aker Solutions, Modec e SBM.

Em fala, o presidente do Sistema Findes, Léo de Castro, e o coordenador do Fórum Capixaba, Durval Vieira de Freitas, abordaram alguns dos principais diferenciais do Espírito Santo, como a qualidade do nosso capital humano, infraestrutura atrativa do ES, competitividade tributária e a alta segurança jurídica em solo capixaba, pontos que vêm sendo continuamente trabalhados pela Findes junto ao Governo, como modo de garantir um bom ambiente de negócios.

Para o presidente da Findes, Leo de Castro, o objetivo da Federação é destacar que aqui temos bons exemplos e boas referências para novos investimentos. “ Um dos diferencias é o capital humano, com o melhor Instituto Federal do País. Isso é fundamental para atrairmos investimentos e para que as empresas se instalem aqui e se desenvolvam, fazendo com que a sociedade usufrua desse desenvolvimento”, disse o presidente da Findes, Léo de Castro.

Pelo Senai, os alunos têm uma grade curricular que os tornam profissionais completos, aprendendo os conceitos das principais tecnologias habilitadoras da Indústria 4.0, como sensoriamento, virtualização, internet das coisas, big data, além de conhecimentos sobre as novas tecnologias digitais, técnicas de programação e análise de dados, resolução de problemas complexos, por meio das chamadas competências socioemocionais.

Além disso, Leo destacou a melhoria do ambiente de negócios do Estado para os investidores, um esforço que vem sendo realizado junto ao Governo do Estado, com destaque para a competitividade tributária, com alta segurança jurídica. “O Espírito Santo trabalha para desburocratizar e simplificar a vida da empresa. A ideia é que o empresário dedique mais tempo ao que agrega valor”.

O coordenador do Fórum Capixaba de Petróleo e Gás, Durval Vieira, destacou que o Estado do Espírito Santo, com apenas 0,54% da extensão territorial do Brasil, é o segundo maior produtor de petróleo do país, com mais de 335 mil bpd, e abrange 60% do PIB nacional em um raio de 1000 km. “Temos uma economia aberta ao exterior. Aliás, somos muito bem recebidos no mercado internacional. Mas é preciso ampliar e diversificar a nossa produção e estamos trabalhando para isso”.

Para o secretário de Estado de Desenvolvimento, Heber Resende o Espírito Santo é um ‘hub’ de oportunidades para aqueles que desejam investir em um lugar seguro, confortável, acolhedor e propício ao desenvolvimento”, descreveu o secretário.

Heber Resende também frisou as iniciativas do Estado para a atração de minirrefinarias. “Buscamos a diversificação e descentralização da cadeia produtiva. As minirrefinarias que buscamos viabilizar são plantas modulares com capacidade de processar até 25 mil barris por dia, incluindo diesel, gasolina e óleo bunker (combustível marítimo). Conforme as perspectivas e o cenário econômico, isso pode ser ampliado em um segundo momento”.

De acordo com o secretário, tais empreendimentos teriam capacidade para suprir demandas internas e de mercados próximos. “Atualmente, nossa intenção é desenvolver parcerias para o encaminhamento desta proposta. Sabemos que refinarias de médio porte funcionam muito bem no exterior atendendo a mercados regionais, e o modelo que buscamos para implantação no Espírito Santo teria condições de atender ao mercado interno, além de estados vizinhos, como a Bahia”, complementou Heber Resende.

Confira os depoimentos:

Sobre a Feira

Referência no setor de petróleo e gás, a Brasil Offshore possui a tradição de gerar negócios e oportunidades de networking por ser umas das principais vitrines do segmento do mundo. A participação de empresas estrangeiras confirma a credibilidade da feira diante do mercado e o seu compromisso com a excelência. Com a confirmação de representantes do Reino Unido, Alemanha, Estados Unidos e França, a Brasil Offshore promete ser o ambiente ideal para o intercâmbio de conhecimento e o desenvolvimento dos negócios.

A feira marca a retomada do setor de óleo e gás depois dos resultados da 15° rodada de licitações e da 5° rodada do pré-sal. A entrada de empresas estrangeiras no mercado nacional também trazem novos investimentos, parcerias e projeções positivas para a indústria brasileira.

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